Eles tentaram apagar sua história. Garanta o que é seu por direito.

Pensão por morte para casais LGBTQIA+: sua dor não anula seus direitos.

Quando o luto é invisibilizado, o amor precisa virar prova. E o direito, resistência.

Você construiu uma vida ao lado de quem amava. Dividiram sonhos, contas, medos, alegrias.
Mas quando seu (sua) companheire se foi, além do luto, você teve que lidar com a frieza de um sistema que insiste em fingir que sua união não existiu.

Se você está enfrentando resistência no INSS ou teve a pensão por morte negada por viver uma união homoafetiva, saiba: isso não é apenas injusto. É ilegal.

No Direito em Cores, lutamos para que nenhuma história de amor vire estatística de invisibilidade. Atuamos exclusivamente com direito previdenciário e da diversidade sexual e de gênero, com mais de 20 anos de experiência defendendo quem foi silenciado por preconceito, desinformação ou burocracia e sempre com empatia, escuta e coragem.

Porque sua união merece respeito. E seus direitos, reconhecimento.

Você pode ter direito à pensão por morte se:

E não importa o que digam: casais LGBTQIA+ têm os mesmos direitos previdenciários que qualquer outro casal. A lei já reconhece isso. Agora, é hora de garantir que ela seja aplicada no seu caso.

Quem somos

No Direito em Cores, acreditamos que o amor não precisa de tradução jurídica para existir, mas que merece, sim, reconhecimento legal.

Somos um escritório com mais de 20 anos de experiência em direito previdenciário, atuando com responsabilidade, escuta e empatia para garantir que pessoas LGBTQIAPN+ tenham seus direitos respeitados, mesmo quando o sistema tenta apagá-los.

Nascemos da urgência de incluir. Crescemos com o compromisso de informar.

E hoje, somos referência quando o assunto é pensão por morte, aposentadoria, benefícios por incapacidade e assistência previdenciária para a comunidade LGBTQIA+.

Aqui, você encontra acolhimento, orientação clara e uma equipe preparada para transformar sua história de amor em justiça.

Porque direito é para todes. E o seu, a gente defende com coragem e afeto.

Quem está por trás do Direitos em Cores

Dra. Kelly Cristina Gonçalves Teixeira
Mulher cis, lésbica. Advogada previdenciarista e da diversidade sexual e de gênero desde 2003. Fundadora e diretora geral do Direitos em Cores.
Dra. Ana Luíza Nogueira Silva
Mulher cis, lésbica. Advogada previdenciarista e diretora da equipe operacional.

Nossa atuação é constituída com…

O que dizem sobre nós

Maria Aparecida
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Fui muito bem atendida. Antes o INSS não reconhecia minha qualidade de segurado, mesmo eu contribuindo e nada desenrolava mas depois que trouxe meus documentos no escritório da Dra Kelly tudo aconteceu, foi uma benção e sem contar a educação da equipe e o profissionalismo excelente. Estou muito feliz e grata e me senti muito acolhida por toda a equipe. Hoje estou recebendo o meu benefício por incapacidade com muita alegria e gratidão no coração. Recomendo para todas as pessoas e com certeza vocês serão muito bem atendidos e acolhidos.
Mara Castro
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Procurei o escritório para receber orientações sobre o planejamento previdenciário/futura aposentadoria. Fui muito bem atendida pela dra. Kelly! Ela me apresentou um planejamento completo que foi muito além do que eu esperava: o conhecimento técnico dela é impecável! Me senti totalmente segura para escolher a melhor alternativa para a minha situação. Após a solicitação da aposentadoria precisei de mais um suporte e fui prontamente atendida. Aliás, toda a equipe é educada, recebe o cliente com atenção e profissionalismo! Hoje consegui a aposentadoria e agradeço por todo atendimento!
Mirian Thaís
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Tive o prazer de ser atendida pela equipe e recebi um excelente tratamento, sanaram todas as minhas dúvidas e me orientaram aos melhores caminhos.
Marilena
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Profissional experiente, dedicada, estudiosa, competente, diferenciada quanto ao quesito de resultados positivos, pois trabalha com muita presteza, sinceridade, sabedoria e amor. Recomendo, nota 10. Parabéns à toda sua equipe.

Dúvidas comuns (e como quebramos objeções)

Não necessariamente. Há outras formas de comprovar a união.

Não. O companheire tem prioridade como dependente legal.

Sim. Provas materiais e testemunhais podem confirmar a união.

Não pode. Isso é ilegal e, se acontecer, nós sabemos como recorrer.

Quer saber quais são os seus direitos?

Fale com um especialista e tire suas dúvidas

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